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sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Filmes para pensar, e pensar, e pensar...
Olá... Para quem gosta de filmes durante o fazem pensar e quando acabam o fazem pensar mais ainda para entender, eis aí dica de três filmes:
Os doze macacos (1995)
Um solitário viajante do tempo vindo do ano de 2035 deverá resolver um mistério para salvar seu povo... mas isso também poderá leva-ló a loucura. Bruce Willis, Madeleine Stowe e Brad Pitt estrelam esta obra prima da ficção-científica dirigida pelo aclamado Terry Gillian de O Pescador de Ilusões. Após a população do mundo ser devastada por um terrível virus, sobreviventes vivem em comunidade no subsolo. Cole (Willis) é voluntário para vaijar no tempo e obter uma amostra pura do virus, para ajudar os cientistas a encontrarem uma cura. Em sua jornada ele cruzará o caminho de uma linda psiquiatra (stowe) e de um incrível doente mental (Pitt). Cole já iniciou sua procura pelo exército dos 12 Macacos, um grupo radical ligado a este virus letal. Com interpretações inesquecíveis e incríveis efeitos especiais, Os 12 Macacos, é um clássico contemporâneo, onde Terry Gillian nos surpreende com um visual fantástico, característico de seus filmes.
Gostei muito, atuação sensacional e requer atenção aos detalhes.
Sinopse extraída de:
http://omelete.uol.com.br/filmes/os-12-macacos/. Acesso 31/10/2015.
A ilha do medo (2005)
O agente federal Teddy Daniels (Leonardo DiCaprio) chega à Ilha do Medo de balsa para uma investigação que tem muitas reviravoltas.
Grande atuação do elenco, apesar do título não é terror e sim, suspense. O filme, ao meu ver dá mais de uma interpretação da realidade.
Baseado em:
http://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/ilha-do-medo/?key=46612. Acesso 31/10/2015.
A origem (2010)
Dom Cobb (Leonardo DiCaprio) é um ladrão especializado em extração, o roubo de segredos valiosos das profundezas do inconsciente durante o sono com sonhos, quando a mente está mais vulnerável.
Dos três filmes citados é o que tem mais ação, contudo o que tem menos mistérios a desvendar.
Muito bom o filme, com grande elenco.
Sinopse:
http://omelete.uol.com.br/origem/. Acesso 31/10/2015.
terça-feira, 29 de setembro de 2015
sábado, 2 de maio de 2015
domingo, 5 de abril de 2015
Filme Rango (2011)
Um dos filmes de animação mais interessantes produzidos nos últimos anos é o filme Rango (2011).
O filme chama a atenção pela voz de Johnny Deep ao personagem principal.
Uma breve sinopse:
Rango (Johnny Depp) é um camaleão (figura 16) da cidade grande que vai parar, após um acidente, em pleno velho oeste, na cidade de Poeira no deserto do Mojave, na Califórnia. De uma hora para outra, sua rotina de animal de estimação mudou radicalmente e agora ele precisa deixar a vida "camuflada" para enfrentar os perigos existentes no mundo real, fazendo com que vivencie a experiência de fazer amigos, conhecer inimigos e até, quem sabe, se tornar um herói.
A respeito do filme, eis alguns dados técnicos:
• Título original: Rango
• Duração: 107 minutos
• Gênero: Animação
• Direção: Gore Verbinski
• Ano: 2011
• País de origem: EUA
O que é bem interessante nesse filme de animação é a possibilidade de ser utilizado na sala se aula.
Cartaz promocional do filme Rango
O filme Rango traz várias cenas com potencial na aprendizagem de Geografia, como as suas paisagens e animais que rementem ao estudo de Biogeografia. Para aprendizagem de Geografia Política, algumas cenas se destacam. Logo no início do filme (3min 30s até 8min 08s) o camaleão Rango se indaga perguntando: quem sou eu? Ele mesmo responde, eu posso ser qualquer um. Com isso ele pensa em várias possibilidades e diz que para haver um herói é necessário ter um conflito. Após um acidente ele se depara com um tatu que quer atravessar a estrada, uma rodovia que corta o deserto, e por isso foi atropelado. A estrada é o limite que divide dois lados do deserto, e toda a região ao seu redor é a região de fronteira. Rango segue o caminho do deserto, um território diferente e desconhecido até chegar à cidade de Poeira.
Nesta primeira cena já vemos quatro palavras presentes no vocabulário da Geografia política: conflito, limite, fronteira e território.
Ao assistir o filme são percebidas outras cenas interessantes, que podem ser discutidas e trazidas para outros assuntos de conteúdo e conhecimento geográfico.
Outras cenas que trazem a disputa do poder na pequena cidade de Poeira com um final surpreendente.
Fica a dica de um filme bem geográfico.
Fonte: Monografia de licenciatura de Geografia - UFES: GEOPOLÍTICAS DA ÁGUA: UM DRAMA/UMA TRAMA POR INTERMÉDIO DE AUDIOVISUAIS. Autores: CLEBSON DO CARMO DOS SANTOS, GABRIEL LECOQUE FRANCISCO, LUIZ FELIPE CARDOSO, PEDRO NASCIMENTO NUNES, RONALD PEREIRA SILVA e ROSANGELA MAIOLI LANGA. Vitória- ES. 2014.
sábado, 2 de agosto de 2014
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Ensaio. Experiências de Estágio Curricular Supervisionado II
Nesta breve escrita, quis contar um pouco das minhas experiências dentro da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado II, do curso de Geografia, da Universidade Federal do Espírito Santo. Esta disciplina foi ministrada com muito zelo pelo professor doutor Soler Gonzalez.
Data: 08/06/2014
Data: 08/06/2014
Ao chegar ao ensino médio, em uma sala de escola pública, muitos alunos percebem sua realidade, não que antes essa realidade estava encoberta, mas sim, que neste momento a ficha começa a cair, e é necessário tomar um rumo na vida, vida profissional, e parece tudo mais complicado e difícil quando se está em uma escola pública. Lembro-me da coordenadora da escola em que estudei no ensino médio dizendo para minha mãe e para mãe de um colega: “Seus filhos não merecem está aqui”. Fica nítido hoje para mim, a visão da inferioridade da escola pública que partia de dentro dela. Creio que já tenho colaborado para mudar esta visão da educação pública no Brasil, e me imagino podendo fazer ainda mais no futuro próximo.
Nesses últimos dias, no decorrer das aulas de Estágio Curricular Supervisionado II tenho notado que o quão é complexo a área da educação, mas ainda do que pensava, e o quanto temos e podemos fazer para melhorar a educação no Brasil. Os trabalhos educacionais têm seus limites impostos seja por currículos com diferentes objetivos dos que acredito se melhor para sociedade, ou ainda por limitações de recursos físicos para melhorar uma aula, como a possibilidade de um laboratório para deixar aulas mais dinâmicas ou até mesmo aulas de campo, que geralmente são tão complicadas de se realizarem, contudo vejo que muitos profissionais se esforçam para trazer uma aula atrativa ao aluno ou mesmo que o aluno se sinta parte do que estar estudando. Não é algo simples, exige prática, e perseverança, pois pode não dar certo na primeira, e se não der certo, não significa que não deu certo, mas sim deu certo, só não do jeito que foi planejado.
Clebson
do Carmo (d) e Gabriel Lecoque durante a aula a ser aplicada em Estágio Curricular Supervisionado
II. Foto do arquivo pessoal de Ronald Pereira.
As
últimas semanas da disciplina de Estágio Supervisionado II tivemos a
oportunidade de ministrar aulas para os nossos colegas de turmas, alguns
simularam um aula para um turma da educação básica outros mostraram como seria
a aula, outros ainda como a minha dupla, Clebson e eu, fizemos algo misto com
parte do tempo de que tínhamos para apresentar como seria a aula e em alguns
momentos agindo como se nossos colegas de turma fossem nossos alunos, e em
todos as aulas (aulas que em sua maioria foram em dupla, exceto a aula ministra
pelo Fernando Bravim) houve qualidade, aulas com os mais variados temas, e
diversas formas de transmissão e recepção de conhecimento. Lembro-me neste
momento da famosa frase de Paulo Freire:
"Ninguém
educa ninguém, ninguém se educa a si mesmo, os homens se educam entre si,
mediatizados pelo mundo."
Acredito
que foi e será proveitosa a experiência, mesmo para aqueles que já atuam seja
em estágio, ou até mesmo como professor em sala de aula.
Algumas
aulas me chamaram a atenção por alguns detalhes, e por isso me atrevo a
escrever algumas considerações.
A
aula ministrada pelo Fernando Bravim, que teve como tema “Rochas Minerais” me
chamou atenção devido à forma até um pouco menos convencional de agir do professor,
mas o professor se mostrou “solto” e atraiu a atenção dos colegas para o tema a
ser abordado, e apesar de trabalhar uma aula que tinha o mesmo tema que colegas
já tinha apresentado, a saber a Dayane e a Rubyana, mas foi outro tipo de aula,
o recurso do data show, como bem observou o Rômulo nos comentários após a aula
do Fernando, foi apenas um recurso a mais, uma ferramenta de auxilia na
visualização, não algo central da aula, como as vezes acontece em aulas que tem
este instrumento presente.
Outra
aula que me chamou a atenção foi à proposta do Rômulo e do Renato, que teve
como tema “Mapeando a cidade que ‘vejo’”, pois seria uma aula que valorizaria o
conhecimento do aluno, de como este aluno vê a cidade, e imagino que está aula
poderia ser a primeira de uma série de aulas que buscaria entender a cidade, a
geografia urbana, sendo assim, abrir-se-ia um “leque” de possibilidades de
entender a cidade, principalmente pelo fato de já se saber como o aluno entende
a cidade, o que ele já conhece, e assim traria fatos e comentários sobre os
vários detalhes do meio urbano, e até do urbano meio rural, aquelas áreas que
tem muitas características rurais, e poderia ser problematizado com aluno.
Estas
aulas como as demais são interessantes, e espero poder aplicá-las como meus
futuros alunos.
Bibliografia:
FREIRE,
Paulo. Pedagogia do Oprimido. 9 ed., Rio de Janeiro. Editora Paz e Terra. 1981,
p.79
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Ensaio: uma forma de escrita proveitosa
Ensaio é uma forma de escrita que pode ser considerada mais livre, em que o objetivo é mostrar "a sua pessoa" nas palavras. Não é proibido utilizar "eu", pelo contrário é até incentivado.
Como atividade da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado II, do curso de Geografia,
ministrada pelo professor doutor Soler Gonzalez, da Universidade Federal do Espírito Santo, escrevi este ensaio, e venho por meio desse blog compartilhar com vocês.
Como atividade da disciplina de Estágio Curricular Supervisionado II, do curso de Geografia,
ministrada pelo professor doutor Soler Gonzalez, da Universidade Federal do Espírito Santo, escrevi este ensaio, e venho por meio desse blog compartilhar com vocês.
Gabriel Lecoque Francisco.
ENSAIO
Após
terminar o terceiro ano é prestar o vestibular sem obter êxito, o êxito
esperado, consegui uma vaga em um pré- vestibular, sem precisar pagar, o que me
deixo alegre, e com perspectivas que dia melhores viriam. Continuava no
decorrer do ano com a ideia de que o curso superior traria dinheiro, principalmente
com engenheira, pra ser mais exato, engenharia civil, curso a qual eu já havia
tentado no ano anterior. Porém já para dias de agosto, a fixação pelo curso já
não era tanta, por vários fatores: não acompanhava as aulas de matemática e
física com prazer, ficava atento e muito atento nas de história e geografia, naqueles
dias estava fazendo o curso técnico de edificações e percebia que não era o que
esperava, e, um dos mais relevantes fatores é que a cada dia que observa a
pedreira próxima ao Mochuara em Cariacica, via aquele cenário e tentava entender
por que destruir a natureza, sendo que eu sabia, mas buscava uma resposta
complexa, além do que se percebia em um primeiro momento. Questionado por
alguns optei por Geografia e se aproximava os dias das provas do vestibular.
Antes
da prova do vestibular da UFES, alguns colegas e amigos questionavam a escolha
do curso, e logo diziam: “Está querendo virar professor... sai dessa vida,
porque não tenta algo melhor”, o que eles não sabiam é que eu gostava da ideia
de “virar” professor, e sempre que tinha oportunidade dizia os motivos. Minha
mãe me apoiava, e dizia que o que é bem feito e com vontade colhe os frutos e
me pai, da forma dele, também me apoiava, não somente eles, mas também outras
pessoas, entre familiares e amigos.
Ao
começar o curso de Geografia, percebi que seria diferente do que imaginava,
diferença da geografia vista no ensino médio. Trabalhei durante um tempo no
ramo da construção civil e no quarto período entrei no PIBID (Programa Institucional
de Bolsa de Iniciação à Docência), atuando em uma escola da prefeitura de
Vitória, escola que estou até os dias de hoje.
Dentro
da sala de aula, atuando como professor, eu me encontrei no curso de geografia,
pois no meio do curso algumas pessoas têm a “síndrome de perdido na vida
profissional” em que o grande questionamento é: será que eu fiz a escolha
certa? Bem, eu acredito que sim. A experiência dentro do PIBID tem sido o
grande trunfo dessa questão, não ter entrado de “paraquedas” na sala de aula
deu uma percepção diferente da ambiente escolar, e aos poucos comecei a me
soltar trabalhando algumas aulas, corrigindo exercícios e realizando alguns
projetos com a professora supervisora, que tem sido uma grande aliada na minha
vida acadêmica/profissional.
Uma
das atividades que marcaram meu início no PIBID foi o trabalho “As faces do
Brasil” ao qual realizamos (Josimar, minha dupla na escola no momento, e a
professora supervisora) com o 7º ano, uma atividade que consistia em grupos de
alunos responsáveis de preencher o mapa do Brasil em papel cenário com figuras
de recorte de revistas em jornais, buscando preenche locais do Brasil com
singularidades de cada região/ estado. Esta atividade proporcionou uma noção da
turma, suas limitações e também os conhecimentos que estes alunos tinham e a
percepção de locais que eles não estiveram, o que foi bem gratificante pelo
interesse e perguntas que eles faziam. Após o trabalho concluído e exposto me
sentia como um educador, alguém pertencente aquele ambiente, o ambiente
escolar.
Atuando
como professor, sem o professor supervisor, com a obrigação de pauta
preenchido, chamada, prestação de conta ao pedagogo e a coordenação da escola
foi um pouco mais fácil, pela experiência com o PIBID. Comecei a atuar com o 7º
ano em uma da prefeitura de Cariacica, e cerca de um mês depois assumi turmas
do 8º e 9º ano de um outra escola da
mesma rede de ensino, era um outro contexto, e ter o domínio de sala se fazia
bem difícil, domínio ao qual eu me referia e queria era no sentindo de ter
liberdade de trabalhar as aulas e os conteúdos (os quais eu já me questionava
se eram necessário) e poder ter um diálogo com estes alunos, parecia
impossível, o que eu fazia para chamar atenção e tornar a aula interessante não
resolvia, fiquei mas preocupados com “os tiques nervosos” que apareceram
durante um tempo, não queria gritar com os alunos, foram dois meses de
adaptação difíceis, assumir uma turma no meio do ano é complicado, contudo três
ações me ajudaram conversar com alguém, com minha mãe, que deu um ânimo para
que não desistisse;uma palestra da rede de diálogo geográficos ao qual
professores mostraram suas aflições, motivações e estratégias, o que me fez
pensar: “Não estou sozinho, não sou apenas eu que tenho problemas”; e um sentimento
de fé que as coisas poderiam mudar. Após estes momentos os problemas
continuaram, mas as soluções surgiram. Nesse contexto me faz lembrar de uma
frase do meio cinematográfico.
"Não importa o qual forte se possa bater, essencial é resistir aos
golpes e seguir adiante. Assim é a vida!" (BALBOA, Rocky. 2007)
As
atividades que mais me impressionaram quando estava na rede de Cariacica, e que
quero compartilhar foi a uma aula do 9º ano com a utilização de um episódio do
desenho animado do Bob Esponja, o episódio “Bob Esponja Protesta”, que
resumidamente consistia na luta do Bob Esponja e seu amigo Patrick na
preservação do campo das águas vivas, e que foi possível fazer um link com os
protestos que estavam a todo vapor em várias partes do Brasil. O interessante
foi a participação dos alunos num debate após o vídeo, e até mesmo o pedido que
fosse trabalho outros episódio do desenho animado em sala de aula, o que me
surpreendeu, pois geralmente desenhos são tachados como infantis para ser
trabalhar com alguns séries, mas fica a prova que com uma boa “garimpada” é
possível achar episódios bem valiosos e úteis.
Outras
experiências que não cabem aqui, mas por certo em outros momentos serão
trazidos, com prazer, pois esta é uma parte da minha com a geografia e com
ambiente escolar.
sexta-feira, 16 de maio de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
Aula sobre Climas do Brasil e do Mundo
http://www.slideshare.net/Glecoque/aula-do-pr-vest-sobre-climas-do-brasil-e-do-mundo
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Aula de interação do elementos do clima com fatores do clima (Aula 3)
Aula de interação dos elementos do clima com os fatores do clima from Glecoque
Obs.: As fontes para a apresentação em slides e o texto abaixo estão no final da postagem.
Obs.: As fontes para a apresentação em slides e o texto abaixo estão no final da postagem.
A INTERAÇÃO DOS ELEMENTOS DO CLIMA COM OS FATORES DO
CLIMA NA ATMOSFERA TERRESTRE
Os elementos climáticos são definidos pelos atributos
físicos que representam a atmosfera geográfica de um determinado lugar.
São elas a temperatura, a umidade e a pressão.
Estas são manifestadas por meio da precipitação, vento, nebulosidade, entre
outros.
Baixa altitude = maior coluna de ar = maior pressão
Alta altitude = menor coluna de ar = menor pressão
O vento forma-se também devido à diferença de pressão
atmosférica. O ar se desloca das áreas de alta pressão para as de baixa
pressão:
•
áreas frias têm maior pressão.
•
áreas quentes têm menor pressão.
Quantos maiores essas diferenças, mais forte serão os
ventos. Existem ventos que nunca param. São os ventos alísios, que sopram nas
regiões tropicais; e também os polares, que vão dos pólos para as regiões
temperadas. Esses ventos são constantes.
Há também ventos periódicos, como as brisas (frequentemente
nos litorais, montanhas e vales) e as monções (que atingem o sul e o sudeste da
Ásia).
Quando é verão no continente asiático, as monções
sopram do oceano para a terra. No inverno ocorre o contrário; sopram do
continente asiático para o oceano.
Vento: termo genérico que identifica o ar em
movimento, independente da velocidade
Brisa: é um vento de pouca intensidade, que
geralmente não ultrapassa os 50
km/h .
Monção: começa no início de junho no sul da
Índia. São ventos periódicos, típicos do sul e do sudeste da Ásia, que no verão
sopram do mar para o continente. A monção geralmente termina em setembro,
caracterizando-se por forte chuva associada a ventos.
Ciclone: Caracteriza-se por uma tempestade
violenta que ocorre em regiões tropicais ou subtropicais, produzida por grandes
massas de ar em alta velocidade de rotação. Evidencia-se quando ventos superam
os 50 km/h .
Furacão: vento circular forte, com velocidade
igual ou superior a 119
km/h . Os furacões são os ciclones que surgem no mar do
Caribe (oceano Atlântico) ou nos Estados Unidos. Giram no sentido horário (no
hemisfério sul) ou anti-horário (no hemisfério norte) e medem de 200 km a 400 km de diâmetro. Sua
curva se assemelha a uma parabólica.
Tufão: é o nome que se dá aos ciclones formados
no sul da Ásia e na parte ocidental do oceano Índico, entre julho e outubro. É
o mesmo que furacão, só que na região equatorial do Oceano Pacífico. Os tufões
surgem no mar da China e atingem o leste asiático.
Tornado: é o mais forte dos fenômenos meteorológicos,
menor e mais intenso que os demais. Com alto poder de destruição, seus ventos
atingem até 500 km/h .
O tornado ocorre geralmente em zonas temperadas do hemisfério norte.
Vendaval: vento forte com um grande poder de
destruição, que chega a atingir até 150 km/h . Ocorre geralmente de madrugada e sua
duração pode ser de até cinco horas.
Willy-willy: nome que os ciclones recebem na
Austrália e demais países do sul da Oceania.
A grande variação
espacial e temporal da manifestação dos elementos
do clima deve-se à ação de controladores climáticos, também conhecidos
como fatores do clima.
São elas latitude, altitude, correntes marítimas, massas de
ar, relevo, continentalidade/ maritimidade e atividades humanas.
Latitude
Latitude é a coordenada geográfica ou
geodésica definida na esfera, no elipsóide de referência ou na superfície
terrestre.
A latitude mede-se para norte e para sul do equador, entre
90º sul, no Pólo Sul (ou pólo antártico) (negativa), e
90º norte, no Pólo Norte (ou pólo ártico) (positiva). A latitude
no equador é 0º. O modo como a latitude é definida depende da
superfície de referência utilizada.
Altitude
Altitude é a distância vertical medida entre um
determinado ponto, e o nível médio do mar.
Altura é a distância vertical medida entre um
determinado ponto, e o nível do solo. (altura não é fator climático.
Correntes marítimas
Em oceanografia, chamam-se correntes
oceânicas ou correntes marítimas ao fluxo das águas dos oceanos,
ordenadas ou não, decorrentes da inércia da
rotação do planeta Terra, dos ventos e da diferença
de densidade.
Suas movimentações não são bem definidas por
haver continentes e ilhas ao longo da
sua movimentação, portanto, correm com grande variabilidade. Influenciam
na pesca, na vida marinha e no clima.
Fontes (todas acessadas no dia 29/06/2013, com exceção de
uma fonte):
http://files.nireblog.com/blogs1/aimagemdapaisagem/files/233ipnc_2480m.jpg acesso
feito dia 19/09/2010.
sábado, 29 de junho de 2013
Atmosfera, clima e tempo
Atmosfera, clima e tempo (assuntos a serem trabalhados)
1) Composição e camadas da atmosfera;
2) Tempo e clima;
3) Elementos e fatores do clima;
4) Tipos climáticos do Brasil e do mundo;
5) A questão das mudanças climáticas;
6) As ilhas de calor; e
7) A inversão térmica.
Obs.: Assuntos podem adicionados durante o período das aulas.
1) Composição e camadas da atmosfera;
2) Tempo e clima;
3) Elementos e fatores do clima;
4) Tipos climáticos do Brasil e do mundo;
5) A questão das mudanças climáticas;
6) As ilhas de calor; e
7) A inversão térmica.
Obs.: Assuntos podem adicionados durante o período das aulas.
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